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Estudo da Fujitsu revela: Transformação da Força de Trabalho é Essencial para o Sucesso Empresarial

Factos noticiosos:
  • Apesar da resistência inicial dos colaboradores à mudança, a transformação da força de trabalho significa salários mais elevados, oportunidades de formação e melhorias tecnológicas
  • O estudo da Economist Intelligence Unit para a Fujitsu e a Citrix confirma que a resistência dos colaboradores é a principal barreira à transformação da força de trabalho
  • Atributos chave dos colaboradores ideais são a criatividade e a eficiência, revelam os inquiridos
Lisboa, November 20, 2019 – A Fujitsu apresenta um novo estudo que sublinha que uma transformação alargada da força de trabalho tem sido um processo chave em quase três quartos das empresas (72%) que superaram os seus objectivos estratégicos nos últimos três anos. Um novo estudo conduzido a pedido da Fujitsu e da Citrix confirma que apesar da resistência dos colaboradores à mudança ser o maior obstáculo individual à transformação da força de trabalho (38%), as vantagens mais habituais são salários mais elevados, oportunidades de formação e melhorias tecnológicas.
O novo estudo da The Economist Intelligence Unit (EIU) define a transformação da força de trabalho como uma “alteração significativa e deliberada da natureza da base de colaboradores da sua empresa e da forma como esta está implementada” e sublinha que este processo “pode incluir uma nova formação alargada do pessoal, apresentando novos estilos de trabalho e de gestão, e alterando a forma como a organização contrata os seus colaboradores”.

As conclusões reveladas pela Fujitsu destacam que investir na tecnologia certa está à frente até da requalificação das pessoas como a iniciativa mais comum para a transformação da força de trabalho, sendo citada por 83% das empresas. Empatadas no segundo lugar estão os salários mais elevados e as iniciativas para melhorar as competências digitais de uma força de trabalho – com 77% das firmas a dar estes passos para evoluir as competências e a produtividade.

Nerys Mutlow, Responsável de Serviços Profissionais e de Consultoria e Responsável pelos Serviços Future Workplace da Fujitsu, afirma: “Uma das principais conclusões do estudo da The Economist Intelligence Unit é que três em cada quatro empresas concorda ou concorda bastante que a força de trabalho e a transformação tecnológica partilham objectivos comuns – dado que os empregadores procuram maiores competências digitais e de elevado valor. Quando se leva em conta os salários mais elevados, a formação adicional e a melhor tecnologia de que os colaboradores beneficiam após a transformação da força de trabalho, encontramos vantagens tanto para o empregador, como para o colaborador.”
Pete Swabey, Director Editorial na The Economist Intelligence Unit, afirma: “O estudo sugere que, em vez de uma escolha excluir a outra, no mundo dos negócios o investimento em tecnologia e nos colaboradores pode andar a par. O principal motor da transformação da força de trabalho é, como também mostra o estudo, a necessidade de melhorar a base de competências ao dispor das organizações.”

De acordo com os dados reunidos pela EIU entre empresas que acreditam que levaram a cabo uma “transformação extensiva”, duas em cada cinco precisaram de efectuar melhorias “consideráveis” às suas infra-estruturas tecnológicas existentes para ter sucesso. Atrás da adopção de novas tecnologias (56%), o treino e desenvolvimento de competências (54%) foi a segunda medida mais popular.

Todavia, ainda há algum caminho a percorrer. O estudo concluiu que as empresas na América do Norte são as que estão na linha da frente da transformação do local de trabalho, com 68% a dizerem que tiveram “transformações significativas”, contra apenas 36% no Japão, 26% na Europa e 22% na Austrália/Nova Zelândia.

A transformação tem um preço – com os respondentes a citarem o custo pontual como o principal factor (81%), seguido do aumento das despesas com colaboradores (76%) e do aumento da complexidade organizacional (75%). A Fujitsu espera uma redução na resistência à transformação, uma vez que quase quatro em cada cinco (79%) inquiridos também concorda que esta irá acelerar nos próximos três anos.

Nerys Mutlow, da Fujitsu, acrescenta: “Cada vez mais, as empresas sabem que ‘é agora ou nunca’ – ou abraçam a transformação do local do trabalho e da força de trabalho ou ficam à margem. É aqui que a Fujitsu se revela uma líder – na ajuda às empresas que pretendem compreender, planear, desenhar e implementar uma transformação da força de trabalho centrada no ser humano. Como vemos claramente nas conclusões deste estudo independente, as empresas que deram o salto estão felizes com o resultado. Isto significa que quem não implementou a transformação do local de trabalho vai ter cada vez mais dificuldades em atrair e manter a força de trabalho com o calibre certo para enfrentar os desafios empresariais que o mercado actual traz."
Notas para editores
A EIU ajuda as empresas, o sector financeiro e os governos a compreenderem como o mundo está a mudar e como isso cria oportunidades que devem ser aproveitadas e riscos que devem ser geridos. A Fujitsu e a Citrix encomendaram à EIU um inquérito a 200 empresas de vários sectores de actividade em Setembro de 2019 – com 50 inquiridos nos Estados Unidos da América, 50 no Japão, 50 na Austrália e Nova Zelândia e 50 no Reino Unido, Alemanha e França. Em termos de dimensão da empresa, 50% dos inquiridos eram de companhias com receitas anuais entre 100 milhões de dólares e mil milhões de dólares, e 50% de companhias com mais de mil milhões de dólares de receitas anuais.

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Date: 20 November, 2019
City: Lisboa