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Inteligência Artificial Travada na Europa por Falta de Foco Estratégico

Factos noticiosos:
  • Conclusões de novo estudo mostram uma compreensão clara das potenciais vantagens funcionais da IA e uma adopção mais rápida
  • Apesar disto, apenas 25 por cento das empresas europeias inquiridas vê a IA como estrategicamente importante, e apenas 11 por cento tem actualmente uma estratégia IA em curso
  • Envolvimento de executivos a nível do conselho de administração no planeamento IA é elevado, mas ainda não se traduziu em iniciativas estratégicas generalizadas
  • A indústria em particular vê o potencial da IA na manutenção preditiva que conduz a uma maior fiabilidade, a uma maior adaptabilidade da produção e a maior eficiência com a automatização
Lisboa, May 22, 2018 – As enormes vantagens da Inteligência Artificial (IA) para as empresas estão a ser travadas na Europa por uma falta de foco estratégico, o que faz com que as empresas percam a oportunidade de usar a IA para transformar os seus negócios, de acordo com um novo estudo co-publicado pela Fujitsu. Estas conclusões baseiam-se num relatório completo, que destaca as vantagens de usar a IA para inovar processos impulsionados por aplicações empresariais, proporcionando um guia útil aos gestores.
A Fujitsu detectou uma surpreendente ausência de foco estratégico para a IA ao trabalhar em conjunto com a empresa analista Pierre Audoin Consultants (PAC) para tomar o pulso a decisores TI e gestores seniores em 240 empresas de toda a Europa, de sectores como o automóvel, a manufactura e o retalho. A falta de foco estratégico para os projectos IA existe não obstante uma compreensão inequívoca das vantagens da IA a nível funcional, de maiores níveis de adopção e do envolvimento generalizado de executivos a nível do conselho de administração no planeamento da adopção da IA. Ainda assim, apenas uma em cada quatro empresas inquiridas viu a IA como estrategicamente importante e apenas 11 por cento tinha uma estratégia IA em curso.
No sector industrial existe a percepção de que o maior potencial da adopção de IA reside na manutenção preditiva, considerada como possuidora de ‘grande valor’ por 75 por cento dos respondentes. O relatório atribui isto à importância da produção ou entrega a tempo de produtos encomendados para linhas de produção com elevada fiabilidade, com previsões baseadas na análise e no uso de algoritmos. Também considerada como tendo grande valor está a capacidade de aumentar a adaptabilidade dos processos de fabrico para novos produtos (70 por cento da amostra relevante) e de melhorar a eficiência da produção através da automatização da manufactura suportada por IA (60 por cento).
A maioria dos inquiridos concorda com o valor da IA em proporcionar uma melhor compreensão do cliente na área de Vendas e Marketing, a detecção e prevenção de fraudes nas Finanças e Contabilidade, a automatização do planeamento da cadeia de fornecimento e seu cumprimento na Gestão da Cadeia de Fornecimento, possibilitando melhorias na cibersegurança em TI e melhorando a manutenção preditiva nos departamentos de Produção.
Além de questões legais e de conformidade, considera-se que os maiores inibidores à adopção da IA são a falta de disponibilidade da IA nas soluções (61 por cento vêem isto como um grande obstáculo) e os processos e a cultura interna actuam como travão significativo à adopção (52 por cento). No entanto, há mais provas de uma forte procura de aplicações IA (três em cada cinco gestores sentem-se frustrados pela velocidade a que a IA está a ser incorporada nas soluções TI).
David Snelling, Fujitsu Distinguished Engineer e Director do Programa de Inteligência Artificial na Fujitsu EMEIA, afirma: “Parece que, de momento, a IA está a ser impulsionada por necessidades funcionais, com uma clara compreensão das vantagens disponíveis e iniciativas em curso por toda a Europa. Todavia, na perspectiva da Fujitsu, a aparente ausência de um enquadramento estratégico para a IA é surpreendente e indica a necessidade de os executivos a nível do conselho de administração se envolverem mais na discurssão para desbloquear todo o potencial desta tecnologia disruptiva. Acreditamos que actualmente se enfatiza demasiado a optimização, o que ocorre pela necessidade de provar que a IA está a conduzir a melhores resultados de negócio. Ao não adoptarem uma abordagem estratégica, não mudarem a cultura interna e não acabarem com engarrafamentos, as empresas estão a perder oportunidades de implementar aplicações revolucionárias que melhoram radicalmente a experiência dos clientes e podem conduzir a um novo paradigma de oportunidades de negócio.”
Quase metade das empresas inquiridas já tem uma implementação IA em curso. Nos próximos dois anos, 70 por cento das organizações terão equipado as suas aplicações empresariais com tecnologia IA. A rapidez da adopção parece ser impulsionada por uma compreensão clara relacionada com o valor funcional disponibilizado pelos investimentos em IA. Por exemplo, quase 80 por cento dos inquiridos espera um elevado valor da automatização dos fluxos de trabalho para diminuir os níveis de interacção humana, 73 por cento pensa que esta irá conduzir a uma conclusão mais rápida de processos de negócio e 72 por cento prevê, como resultado dela, melhorias na manutenção preditiva ou novos produtos ou serviços.
Mais conclusões do estudo:
  • Quando questionados acerca das competências exigidas aos fornecedores de aplicações empresariais para incorporar tecnologia IA, os requisitos chave incluíram a importância de escolher um fornecedor que compreenda o potencial inovador da IA e que apresente exemplos de casos de sucesso sólidos e relevantes.
  • Menos empresas em Itália e Espanha (17 por cento versus uma média de 22 por cento na Europa) vê a IA como estrategicamente importante, sugerindo uma maior desconfiança na Europa do Sul face a esta tecnologia.
  • A região DACH (Alemanha, Áustria e Suíça) é mais lenta a implementar a IA do que outras regiões, com apenas 10 por cento a usarem já ferramentas e tecnologias IA.
  • NA outra ponta do espectro, os países nórdicos (Dinamarca, Suécia e Finlândia) são os mais entusiastas da IA, com 17 por cento a terem já uma estratégia IA em curso, ao passo que as empresas do Reino Unido são aquelas que têm maiores probabilidades de ver a IA como estrategicamente importante (33 por cento versus uma média europeia de 25 por cento).
  • As empresas de manufactura prevêem que as maiores vantagens da IA serão a redução dos erros humanos (citado por 60 por cento), a minimização da interacção humana (51 por cento) e a redução dos processos manuais (43 por cento).
  • Nos sectores de Serviços, Comércio e Transportes, os inquiridos têm maiores probabilidades de já ter uma estratégia IA em curso (15 por cento) e de estar mais dispostos (25 por cento) a procurar competências e conhecimentos fora das suas organizações do que inquiridos de outros sectores.

Notas para editores
Fundada em 1976, a Pierre Audoin Consultants (PAC) é a principal empresa europeia independente de investigação e consultoria no sector do software, serviços TI e transformação digital. O CXP Group oferece aos seus clientes serviços de suporte abrangentes para a avaliação, selecção e optimização das suas soluções de software e para a avaliação e selecção de prestadores de serviços TI, e acompanha-os na optimização dos seus fornecedores e estratégicas de investimento. Saiba mais em www.pac-online.com.
Para o estudo “What AI can do for business applications”, a PAC entrevistou decisores TI e empresariais seniores de 240 empresas com mais de 1000 colaboradores na região DACH (Alemanha, Áustria, Suíça), em França, no Reino Unido, em Espanha e em países nórdicos (Finlândia, Suécia, Dinamarca) de sectores que incluem a manufactura, os serviços, o comércio e os transportes.

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Sobre a Fujitsu

A Fujitsu é a companhia líder japonesa de tecnologias de informação e comunicação (TIC) disponibilizando um leque completo de produtos tecnológicos, soluções e serviços. Cerca de 140.000 colaboradores da Fujitsu prestam suporte a clientes em mais de 100 países. Utilizamos a nossa experiência e o poder das TIC para moldar o futuro da sociedade com os nossos clientes. A Fujitsu Limited (TSE: 6702) apresentou receitas consolidadas de 4,1 biliões de ienes (39 mil milhões de dólares) para o ano fiscal que terminou a 31 de Março de 2018.
Para mais informações, visite www.fujitsu.pt ou www.fujitsu.com

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Date: 22 May, 2018
City: Lisboa