GTM-59G8JV6
Skip to main content
  1. Página Inicial >
  2. Sobre a Fujitsu >
  3. Resources>
  4. Secretaria do Tesouro Nacional moderniza sistema com tecnologia XBRL

Secretaria do Tesouro Nacional moderniza sistema com tecnologia XBRL

"A preocupação em ter um sistema que tivesse um menor impacto para os usuários permitiu a adesão a um nível muito maior. O processo é mais rápido, não precisa de deslocamento físico, faz tudo via web."

Leandro Moreira Souto Gerente de Projeto no Núcleo de Consolidação e Transparência das Contas Públicas da Secretaria do Tesouro Nacional

A Secretaria do Tesouro Nacional implementou um sistema de coleta de informação fiscal com a tecnologia XBRL fornecida pela Fujitsu que facilita a análise e divulgação ao público.

O cliente

A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é o orgão central de contabilidade federal e o guardião da política fiscal do governo. Tem como funções, dentre outras, o recebimento e a posterior publicação e divulgação de informação contábil, financeira e e estatística fiscal dos entes subnacionais: Municípios, Estados, o Distrito Federal e também a União.

O desafio

Desde 2000, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) recebia as informações contábeis, financeiras e fiscais dos entes subnacionais através do Sistema de Coleta de Dados Contábeis dos Entes da Federação (SISTN), em parceria com a Caixa Econômica Federal. O banco público tinha uma rede nacional que chegava aos municípios de uma forma que a Internet não conseguia atingir naquela altura. O representante do município fazia a prestação de contas em um sistema, assinava um documento físico e encaminhava à agência bancária para que essa informação fosse disponibilizada em formato PDF à STN e para acesso da sociedade em geral. “A STN precisava transferir a gestão desse processo para dentro de casa porque enquanto estava na Caixa Econômica Federal dependíamos muito deles”, recordou Leandro Moreira Souto, Gerente de Projeto no Núcleo de Consolidação e Transparência das Contas Públicas da STN.
Além do processo burocrático e moroso, a STN tinha dificuldade em extrair a informação ou atualizar os formulários, que sofrem alterações de layout a cada ano. Era complicado fazer essa alteração no sistema da Caixa, que não tinha esse serviço. O seu negócio nem dava prioridade em termos de inovação tecnológica. “Tivemos de pensar num sistema que substituísse o sistema do banco público para trazer para a nossa gestão todo o recebimento da informação e toda a divulgação da informação”, explicou aquele responsável. Sendo assim foi criado o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (SICONFI). Esse sistema, quando colocado em produção, com a API da Fujitsu, que utiliza a tecnologia Extensible Business Reporting Language (XBRL), linguagem padrão mundial para manuseio e troca de informações contábeis.
A Fujitsu foi selecionada por processo licitatório para fornecer o software base para o tratamento dos documentos XBRL no sistema SICONFI.

A solução

Quando o SICONFI foi implementado, a preocupação era fazer um sistema melhor, que trouxesse mais opções, tanto para quem presta a informação como para quem consulta a informação. A STN optou pelo uso do XBRL, porque é uma tecnologia de vanguarda, otimizada para a troca de dados financeiros contábeis e fiscais. O padrão XBRL é baseado em Extensible Markup Language (XML), em sintonia com os padrões definidos pelo World Wide Web Consortium (W3C). O SICONFI foi aparelhado para comportar diversas formas de transmissão e processamento de dados. A Fujitsu forneceu a tecnologia de base e a experiência de envolvimento em outros projetos mundiais de XBRL.
No SICONFI, o ente nacional pode preencher tudo na web, pode baixar uma planilha gerada automaticamente pelo sistema, preencher e carregar essas informações. Ou pode enviar uma instância XBRL: o ente subnacional pode parametrizar o seu sistema para que faça a geração das instâncias automaticamente, permitindo o encaminhamento posterior ao SICONFI sem necessidade de qualquer digitação. O processo de homologação melhorou. “Antes o município preenchia um formulário web, imprimia, pegava assinaturas físicas de todos os prefeitos e responsáveis, levava à agência da Caixa Econômica Federal, essa agência conferia as informações, disponibilizava em PDF na Internet para acesso público. No SICONFI é tudo online e automatizado”, descreve Leandro Moreira Souto.
O sistema é mais simples e fácil de utilizar. “A preocupação em ter um sistema que tivesse um menor impacto para os usuários permitiu a adesão a um nível muito maior. O processo é mais rápido, não precisa de deslocamento físico, faz tudo via
web”, resume o responsável. Ao todo, existem, no Brasil, 5.558 municípios. Em 2014, primeiro ano do SICONFI e ainda com o sistema da Caixa Econômica Federal em funcionamento paralelo, a STN recebeu cerca de 18 mil declarações. Em 2015, o primeiro ano do SICONFI em pleno funcionamento e sem a participação do banco público, a STN recebeu 36 mil declarações. Em 2016, recebeu 51,8 mil declarações. “O sistema é muito melhor do que o processo anterior, por isso conseguem enviar
uma quantidade maior de declarações, mesmo se o universo máximo é limitado ao número de municípios vezes a quantidade de declarações e a periodicidade. Tem declarações bimestrais, quadrimestrais ou semestrais. Esse número é 70% do seu universo”, disse o responsável da STN.

Os benefícios

  • Diminuiu o tempo de prestação de contas dos entes subnacionais;
  • Permitiu automatizar alguns processos de recebimento de informação;
  • Aumentou a adesão dos entes subnacionais ao envio de declarações;
  • Facilitou a análise e divulgação da informação pela STN;
  • Permite o uso dos dados por diferentes departamentos da STN.

Baixar

Leia o Estudo de Caso completo (1.52 MB /A4, 2 pages)